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5 anos sem pagar: brasileiro pode ser preso por moradia em NY

brasileiro cinco anos sem pagar moradia
O brasileiro Mickey Barreto (Foto: Reprodução).

Mickey Barreto, um brasileiro de 49 anos, conseguiu morar em um quarto de hotel em Manhattan, Nova York, sem pagar nada além da primeira diária de US$ 200 em 2018. O hotel New Yorker, onde Barreto se instalou, está situado no coração de Manhattan e é conhecido por seu design art déco e história rica desde sua inauguração em 1930.

Barreto, autoproclamado descendente de Cristóvão Colombo, explorou uma lei de aluguel de Nova York da década de 1960, que lhe permitiu reivindicar residência permanente no hotel. Esta lei possibilitava a hóspedes de hotéis construídos antes de 1969 solicitar aluguéis a preços acessíveis se cumprissem certos critérios. Barreto, alegando nunca ter sido diagnosticado com doença mental apesar de suas excentricidades, viu nesta lei uma oportunidade de transformar o quarto de hotel em sua casa.

Após se recusar a deixar o quarto e enfrentar a remoção de seus pertences pelo hotel, Barreto levou o caso ao Tribunal de Habitação de Nova York. Ele argumentou que se tornou um “residente permanente” ao solicitar o aluguel com desconto, o que foi aceito pelo juiz Jack Stoller, concedendo-lhe a posse do quarto sem exigir pagamento de aluguel.

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Em um desenvolvimento mais audacioso, Barreto tentou registrar o hotel inteiro como sua propriedade, utilizando uma ordem judicial que interpretou erroneamente como uma autorização para tal. Ele chegou a reivindicar US$ 15 milhões do hotel, alegando ser o proprietário e exigir participação nos lucros. Esta tentativa levou a disputas legais adicionais e, eventualmente, a uma ordem do tribunal declarando a escritura como forjada e Barreto como não proprietário do hotel.

Além de suas tentativas de assumir a propriedade do hotel, Barreto expressou preocupações sobre as finanças da Igreja da Unificação, proprietária do New Yorker desde 1976, sugerindo que os fundos poderiam estar sendo enviados ilegalmente para a Coreia do Norte. Estas alegações, parte de suas muitas excentricidades, nunca foram comprovadas.

A saga de Barreto no New Yorker chegou a um ponto crítico quando ele foi despejado judicialmente por se recusar a pagar o aluguel acordado e por tentar novamente transferir a propriedade do hotel para seu nome, causando um aumento nas taxas de propriedade do hotel. Sua ação levou a uma acusação criminal por fraude e outros delitos, resultando em sua prisão e a um processo judicial pendente.

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