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Criptomoedas: quanto custa investir em ETFs, fundos e transações

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(Foto: Karolina Grabowska/Pexels).

O preço do bitcoin, principal representante das criptomoedas, subiu 160% em 2023. No primeiro trimestre, aumentou 60%, atingindo novo recorde em março. Esse aumento reflete a crescente confiança dos investidores e a entrada de grandes instituições financeiras tradicionais.

Entretanto, acessar esses ganhos implica em custos. Para investidores, são relevantes as taxas cobradas por gestoras de fundos, contratos futuros, ETFs e exchanges. Nos Estados Unidos, a entrada de ETFs com exposição direta a bitcoin gerou uma “guerra de tarifas”, elevando a capitalização desses 11 ETFs para US$ 55 bilhões.

 

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No Brasil, o mercado de criptoativos também cresce, ainda que em uma escala menor. Os 13 ETFs na B3 encerraram o primeiro trimestre com R$ 5 bilhões em patrimônio líquido e 227 mil cotistas. Fundos de investimento em criptomoedas, abertos ao público em geral, somaram R$ 1,5 bilhão em patrimônio líquido e 153 mil cotistas.

Quanto aos investimentos diretos, os investidores em exchanges chegaram a movimentar R$ 19 bilhões em julho de 2023, de acordo com a Receita Federal.

Custos de diferentes veículos de investimento

  • ETFs: Esses são considerados por muitos como a “porta de entrada” para o mercado cripto. Sobre o volume de recursos nesses produtos, incidem taxas de administração, variando entre 0,10% e 0,90% ao ano, podendo chegar a 1,30%, conforme dados da Quantum Finance.

    Segundo Theodoro Fleury, gestor e diretor de investimentos da QR Asset Management, “ETFs são, por definição, um veículo de investimento barato”. Entretanto, ele menciona que ETFs de cripto possuem custos adicionais, como a custódia qualificada e taxas de escrituração.

    Fleury também aponta que há dois modelos de gestão de ETF no Brasil: a direta, em que a administração é totalmente nacional, e a indireta, onde um veículo brasileiro investe em outro estrangeiro, resultando em uma taxa de administração adicional.

  • Fundos de investimento: Estes possuem taxas de administração entre 0,05% e 1,50% ao ano. Dependendo do tipo de portfólio e da estratégia do fundo (ativa ou passiva), também podem ser aplicadas taxas de performance, com benchmarks como CDI ou índices internacionais.

    João Marco Cunha, diretor de gestão da Hashdex, ressalta que “a taxa de administração é determinada por condições de mercado, sendo um preço regido pela oferta e demanda”.

  • Exchanges: As taxas cobradas por plataformas de negociação direta incluem taxas de depósito, saque, transferência e transações. Com o aumento da concorrência, algumas exchanges têm eliminado certas cobranças, como taxas de depósito e de transferência.

    Transações de compra e venda funcionam sob um modelo de taxas “maker” e “taker”. Fabricio Tota, diretor de Novos Negócios do Mercado Bitcoin (MB), explica: “quanto mais você opera, menos paga”, beneficiando operadores ativos e day traders.

Tributação

  • Transações diretas: Operações de até R$ 35 mil em exchanges nacionais são isentas de impostos. Acima disso, o lucro é tributado de 15% a 22,5%, conforme o montante.
  • ETFs: A alíquota é fixa em 15%.
  • Fundos de investimento: A alíquota é regressiva, de 22,5% (até 180 dias) a 15% (após 721 dias). Além disso, há uma cobrança semestral chamada “come-cotas”, com alíquota de 15%.

De acordo com Bruno Bandiera, analista da Genial Investimentos, a escolha do veículo a se fazer o investimento em criptomoedas depende do perfil do investidor. “Para valores pequenos, vale investir via exchange nacional por não haver tributação; acima de R$ 35 mil, os ETFs podem ser mais vantajosos devido a menores taxas de administração e riscos.”, disse.

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