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Inflação na zona do euro segue em 2,4% em abril, veja impactos

inflação na zona do euro
(Foto: Pixabay/Pexels)

A inflação na zona do euro permaneceu em 2,4% em abril, sinalizando um possível corte de juros pelo Banco Central Europeu (BCE) já em junho. Esta constância nos índices, juntamente com uma redução nas pressões de preços, reflete uma situação econômica que poderia beneficiar de ajustes na política monetária.

Análise do núcleo e serviços

Os dados revelam que o núcleo da inflação, que exclui elementos voláteis como alimentos e energia, diminuiu de 2,9% para 2,7%. Este é um indicador importante para o BCE, pois mostra uma tendência de estabilização dos preços ao consumidor. Além disso, a inflação de serviços, que estava em 4% desde o começo do ano, caiu para 3,7% em abril. A Páscoa, ocorrida mais cedo este ano, pode ter influenciado esses números, mas a alta nos salários ainda preocupa as autoridades. A inflação do consumidor (CPI, na sigla em inglês) nos 20 países que compartilham a moeda euro foi de 2,4% em abril, o mesmo que em março e em linha com as expectativas em uma pesquisa da Reuters com analistas. O consenso LSEG também previa essa variação nos preços.

Cautela no horizonte

Embora a inflação na zona do euro esteja alinhada com as expectativas, fatores externos como o aumento nos custos de energia e tensões geopolíticas podem influenciar futuras decisões. As autoridades monetárias permanecem cautelosas, aguardando mais dados que confirmem a desaceleração salarial antes de proceder com cortes nos juros.

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Influência global e independência

As condições financeiras globais, particularmente as decisões de política monetária do Federal Reserve dos Estados Unidos, também afetam as decisões do BCE. Embora haja uma insistência na independência, a realidade é que movimentos nos EUA podem adiar as ações europeias, especialmente se houver aumentos inesperados na inflação americana.

Ajustes na taxa de juros 

A situação da inflação na zona do Euro sugere que ajustes na taxa de juros são iminentes, especialmente com o Banco Central Europeu mantendo a taxa de depósito em 4% desde setembro. Este contexto, junto à pressão dos custos e à política monetária global, moldará as estratégias futuras para a economia europeia.

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