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Futuro da hotelaria: Bertha Capital investe R$ 1 milhão na Bebook

Aporte fortalece tecnologia e marketing

Precificação dinâmica de hotéis com a Bebook. (Foto: Rodrigo Salomon/Pixabay)
Precificação dinâmica de hotéis com a Bebook. (Foto: Rodrigo Salomon/Pixabay)

A Bebook, turistech focada em precificação dinâmica para hotéis, recebeu recentemente um aporte de R$ 1 milhão da Bertha Capital. O investimento, anunciado no dia 23 de maio, será destinado ao fortalecimento da inteligência artificial e ao aumento das ações de marketing da empresa.

Nesse sentido, o setor de turismo, que representa aproximadamente 8% do PIB do Brasil, vê na Bebook uma solução para aumentar a receita hoteleira através de uma assinatura de serviços que utiliza inteligência artificial para recomendação de tarifas.

Crescimento acelerado

Além disso, em agosto do ano passado, a Bebook já havia recebido um investimento de R$ 1,5 milhão da LH Tech Ventures, da LightHouse. Esses investimentos refletem, portanto, o otimismo em relação ao crescimento do mercado de turistechs no Brasil.

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De tal maneira, a empresa, fundada em Ilhéus, na Bahia, tem a meta de triplicar seu faturamento até o final do ano. Segundo Christiano Penna, CEO da Bebook, a inteligência artificial da startup é capaz de integrar diversos sistemas, otimizando tarifas e aumentando a receita dos hotéis.

Precificação dinâmica de hotéis: estratégias de mercado

Além do aporte financeiro, a Bertha Capital fornecerá consultoria estratégica e ajudará na prospecção de novos clientes corporativos. Com isso, a gestora, que tem foco em startups que adotam inteligência artificial, vê um grande potencial de escalabilidade na Bebook.

Rafael Moreira, CEO da Bertha Capital, destacou que a Bebook possui uma estratégia inovadora e está em um mercado inexplorado, fatores que justificaram o investimento. Analogamente, a expectativa é aumentar a base de clientes e promover avanços significativos em inteligência artificial.

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Histórico da Bebook

Inicialmente chamada IT Cacau, a Bebook foi fundada em 2016. A LightHouse, que investe em startups fora do eixo Sul-Sudeste, realizou três aportes entre 2020 e 2023. Entretanto, a crise sanitária impactou a operação da empresa, mas o rebranding para Bebook em 2021 marcou um novo começo.

Christiano Penna, que começou a programar na infância, aplicou conceitos de gerenciamento de receita em um hotel, aumentando o faturamento em 20% em um ano. Com isso, a Bebook oferece uma gestão de tarifas baseada em inteligência artificial, operando 24 horas por dia.

Integração de sistemas

A startup integra, ainda, sistemas utilizados pelos hotéis para analisar histórico de reservas, fluxo de demanda e preços da concorrência. Com isso, busca equilibrar a taxa de ocupação com o retorno médio por ocupação.

Desse modo, a Bebook utilizará o aporte para fortalecer sua inteligência artificial, adquirir novos equipamentos e fortalecer os times de marketing e comercial. A parceria entre empresas, portanto, é estratégica para hoteleiros que buscam um PMS com RMaaS.

Um PMS (Property Management System) é um sistema utilizado por hotéis para gerenciar operações diárias, como reservas e check-ins. Já o RMaaS (Revenue Management as a Service) utiliza inteligência artificial para analisar dados de mercado, prever demanda e otimizar preços, visando maximizar a receita. Integrar um PMS com RMaaS permite que os hotéis não só administrem suas operações, mas também ajustem preços em tempo real para aumentar a lucratividade, adaptando-se rapidamente às mudanças do mercado e às demandas dos clientes.

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