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EUA eliminam exigência de certificação para pescados brasileiros

EUA não exigem mais Certificação Sanitária Internacional, facilitando exportações de pescados brasileiros e fortalecendo o mercado.
Imagem de uma funcionária trabalhando com peixes para representar a matéria dos pescados brasileiros.
(Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) anunciou que o mercado norte-americano não exigirá mais a Certificação Sanitária Internacional (CSI) para a importação de pescados brasileiros. Essa mudança promete impulsionar as exportações, fortalecendo a competitividade dos produtores nacionais.

De acordo com o ministro Carlos Fávaro, essa simplificação não compromete os controles de qualidade. “Essa desburocratização do processo de exportação não significa a ausência de controle, pelo contrário. Os empresários brasileiros continuarão seguindo as normas da Administração Federal de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos, simplificando o processo e fortalecendo a competitividade do setor”, explicou Fávaro em comunicado oficial.

Impactos da desburocratização para a exportação dos pescados brasileiros

A eliminação da exigência do CSI para o mercado norte-americano diminui o tempo e os custos para os exportadores. Segundo Allan Alvarenga, secretário-adjunto de Defesa Agropecuária, a medida é estratégica:

“Deixar de emitir o CSI aos Estados Unidos não só acelera o processo de exportação, como também alivia a pressão sobre nosso trabalho, já que algumas unidades chegam a emitir até oito certificados por dia de uma única indústria.”

Apesar da simplificação, os exportadores brasileiros seguirão rigorosas normas de qualidade, conforme exigido pelo FDA, assegurando a manutenção dos padrões internacionais. Para a indústria de pescados brasileira, que tem os Estados Unidos como principal mercado, essa decisão é vista como um marco positivo.

Desempenho das exportações de pescados brasileiros

Dados da plataforma Peixe BR, da Associação Brasileira da Piscicultura, mostram que os Estados Unidos foram o destino de 87% dos pescados exportados pelo Brasil no segundo trimestre de 2024. Nesse período, as exportações de produtos da piscicultura alcançaram US$ 15 milhões. A tilápia se destacou como o principal peixe exportado, representando 90% do volume total.

Os estados do Paraná e São Paulo lideram a produção de tilápia, sendo responsáveis por cerca de 70% dos filés frescos exportados. Com o fim da exigência do CSI, a expectativa é de que esses números cresçam, fortalecendo ainda mais o mercado brasileiro de pescados.

Oportunidades de expansão: Marrocos

Além dos avanços no mercado norte-americano, o Brasil também busca expandir suas exportações para Marrocos. Recentemente, o governo marroquino eliminou tributos sobre a carne bovina e ovina brasileira, criando novas oportunidades de comércio.

Desde abril, o Mapa e o Ministério das Relações Exteriores (MRE) têm mantido reuniões com o Escritório Nacional de Segurança Alimentar de Marrocos para fomentar o comércio entre os dois países. As negociações envolvem, além da carne bovina e ovina, a possibilidade de abertura de cotas tarifárias para o frango brasileiro e a importação de tangerinas marroquinas pelo Brasil.

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