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A loja do futuro é menos sobre loja e mais sobre modelo de negócios – Por Adir Ribeiro

Mais do que a reinvenção do varejo, é hora de pensar a reinvenção do modelo de negócios. Para além da loja física, é preciso pensar a estratégia da marca. Essas são experiências vividas pela Alpargatas e a Luxóttica – marcas que são grandes exemplos da indústria e que investem muito no consumidor e no direct-to-consumer – e tema do debate mediado por Alberto Serrentino, fundador da Varese Retail, com Roberto Funari, CEO da Alpargatas, e Giorgio Pradi, presidente da Luxóttica, na NRF 2023 – o maior congresso mundial do Varejo, que está acontecendo aqui em Nova York.

A Luxóttica começou no varejo, acessando mais dados do consumidor, interessada em saber o que ele precisa. Buscou criar uma história adequada para as equipes de venda e um propósito, com a intenção de fortalecer suas lojas. Trabalha a cultura de serviço, com bastante treinamento (cliente da Praxis Business, grande parceira nossa em educação corporativa), tratando produto e propósito com a mesma paixão, para que as equipes sintam os valores da organização. Também investe em customer demografic, pois quer entender os dados do consumidor.

A empresa acredita ser importante pilar a estratégia corporativa, tanto na jornada quanto no consumo, e que é importante medir fortemente o NPS, de maneira qualitativa.

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Da mesma forma, a Alpargatas enxerga a necessidade de um ecossistema para gerar mais insights para o consumidor. Não se trata, portanto, de medir taxa de conversão e o fluxo, mas de entender a produtividade do time.

Entendendo a importância do face to face, a Alpargatas busca transformar o time de vendas em embaixador da marca, investindo em treinamento (e podemos afirmar que sim, sendo essa também uma grande cliente dos serviços de capacitação da Praxis Business e de desenvolvimento de conteúdos digitais para sua Universidade Corporativa).

Para a Alpa, a loja física faz parte da estratégia, que deve estar digitalmente integrada e oferecer mais relevância para a experiência de consumo e maior conexão emocional com a marca, com foco na decisão de resultados e no aumento de novos KPIs.

Há uma preocupação das empresas em se criar estratégia de portfólio, inteligência e merchandising, com mais de 6 mil SKUs. Também há uma busca para respeitar a estratégia global, mas valorizando todas as particularidades locais e regionais.

Em resumo: a loja física vai continuar forte na estratégia e o cliente continua no centro das decisões. São prioridades os fundamentos de cultura, a pesquisa de dados, os indicadores e o treinamento das equipes.

*Opinião – Artigo Por Adir Ribeiro, CEO & Fundador da Praxis Business.

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