Projeto de privatização da Sabesp aprovado na Alesp

(Foto: Divulgação)

O Projeto de privatização da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado São Paulo (Alesp) na noite desta quarta-feira (06/12), agora depende da Câmara Municipal de São Paulo. Essa operação pode modernizar o setor de saneamento, com planos de investimentos elevados e metas antecipadas de universalização.

O governo de Tarcísio de Freitas, do partido Republicanos, propõe um plano ambicioso, prevendo investimentos de R$ 66 bilhões até 2029. Este montante ultrapassa em R$ 10 bilhões o plano de investimentos atual da empresa e visa acelerar a universalização dos serviços de saneamento de 2033 para 2029.

O projeto agora segue para a Câmara de Vereadores da capital paulista, um passo crucial, visto que São Paulo representa 55% do faturamento da Sabesp. A cidade, responsável por cerca de 45% da receita da empresa, desempenha um papel decisivo neste processo. A aprovação na Alesp, contudo, foi marcada por tumulto e protestos de grupos contrários à privatização.

Além da meta de universalização, os investimentos propostos incluem projetos de dessalinização de água, despoluição dos rios Tietê e Pinheiros, e medidas preventivas contra mudanças climáticas. Entretanto, para que a privatização se concretize, uma mudança na legislação municipal é necessária. Sem ela, a Prefeitura de São Paulo reassumiria os serviços de água e esgoto, tornando a privatização menos atrativa para investidores privados.

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