Senado inicia CPI da Braskem após fevereiro

Maceió: juiz ordena seguro em áreas de risco
(Foto: Prefeitura de Maceió/Divulgação)

O Senado Federal definiu o início das atividades da Comissão Parlamentar de Investigação (CPI) da Braskem depois de fevereiro. Omar Aziz (PSD-AM) e Jorge Kajuru (PSD-GO) foram escolhidos como presidente e vice-presidente. Presidindo a primeira sessão, Otto Alencar (PSD-BA) declarou que a relatoria será definida posteriormente. O senador Renan Calheiros (MDB-AL), cotado para ser relator, enfrentou discordância de Rodrigo Cunha (União Brasil-AL).

De acordo com a Defesa Civil de Maceió, uma parte da mina 18, cedeu no bairro do Mutange na tarde do domingo (10). 60 mil já sofreram o impacto das atividades na cidade e 14 mil residências foram abandonadas desde 2018. A atividade mineradora da Braskem, que ocorreu desde os anos 1970 até 2019, resultou no afundamento do solo em cinco bairros, conforme relata a Defesa Civil.

Em meio a esse cenário, as ações da Braskem (BRKM5) caíram mais de 18% desde o dia 29 de novembro. No dia 30, o governo local declarou estado de emergência em Maceió. Hoje, a petroquímica vale R$ 13,9 bilhões. A empresa, em comunicado, afirmou que está colaborando com as autoridades acerca do ocorrido na Lagoa do Mundaú. Em entrevista ao Metrópoles, a secretária da Fazenda de Alagoas, Renata Souza, afirma que as estimativas de custo podem variar de R$ 20 a R$ 30 bilhões para o Estado.

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