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Liminar autoriza Santander cobrar Light em R$ 60,5 milhões

Liminar autoriza Santander a cobrar R$ 60,5 mi da Light; empresa enfrenta desafios em recuperação judicial de R$ 11 bi.
(Foto: Light/Facebook)

A Justiça do Estado de São Paulo concedeu, na última sexta (15), uma liminar favorável ao Santander, determinando a execução da dívida da Light no valor de R$ 60,5 milhões. Esta decisão contradiz outra da Justiça do Rio de Janeiro no processo de recuperação judicial da holding, que protegia as dívidas reconhecidas pela Light, incluindo as da geradora (Light Energia) e da distribuidora (Light Sesa). Este fato aponta como o Santander busca cobrar a dívida da Light, empresa envolvida em grandes complicações financeiras.

Inicialmente, a Light tem a possibilidade de apresentar recurso para suspender a deliberação no prazo de 15 dias a partir da data da decisão, que está sob segredo de Justiça.

O Santander cobrar distribuidora Light em um momento difícil

A empresa enfrenta uma complexa situação na recuperação judicial de R$ 11 bilhões. Em outubro, a Light anunciou a intenção de retirar a geradora de energia do processo. Com o Itaú, principal credor das debêntures, a empresa tem uma dívida de aproximadamente R$ 300 milhões. As conversas com os bondholders, responsáveis por R$ 1 bilhão, estão paralisadas, segundo informações do Exame In. Em meio a este cenário, o banco Santander cobra a distribuidora Light para resolver pendências financeiras.

A proposta da Light envolve uma capitalização de R$ 1,5 bilhão, com R$ 1 bilhão ancorado pelos acionistas de referência. A base acionária atualmente se distribui entre a gestora WNT (30,5%), Samambaia (20,1%), e o Santander (10,16%), enquanto o restante pertence a outros acionistas.

A crise da companhia se agravou após o balanço de 2022, revelando um impacto negativo de R$ 5 bilhões, principalmente devido a itens não recorrentes. O nível de incerteza cresceu nos últimos meses, levando ao pedido de recuperação judicial. A empresa enfrenta perdas elevadas de 52% da receita devido a fraudes no sistema (gatos), enquanto a média da Aneel é de cerca de 30%. O Santander cobra a Light em um momento díficil quando a empresa enfrenta um processo de recuperação judicial (RJ).

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