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La Niña e seu impacto nas ações agrícolas brasileiras; saiba mais!

Fenômeno climático La Niña afeta bolsa no Brasil. (Foto: Quang Nguyen Vinh/Pexels)
Fenômeno climático La Niña afeta bolsa no Brasil. (Foto: Quang Nguyen Vinh/Pexels)

O fenômeno climático La Niña, esperado para iniciar em junho de 2024 após um período de neutralidade climática, segue o término do El Niño em março. A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) indica que este evento trará consigo um resfriamento das águas do Pacífico Equatorial, afetando diretamente o clima global e, consequentemente, o setor agrícola brasileiro.

Desafios e oportunidades para o setor agrícola

Especialistas financeiros já começam a projetar os efeitos do La Niña nas empresas agrícolas listadas na Bolsa brasileira. Luis Novaes, da Terra Investimentos, aponta para potenciais prejuízos nas lavouras, especialmente no Sul do país, afetando empresas com exposição significativa a essas regiões. A XP Research destaca a incerteza dos impactos, mas enfatiza a importância de preparação para as empresas envolvidas.

Empresas na mira do La Niña

A análise de mercado sugere uma divisão entre empresas que podem ser afetadas negativamente, como 3tentos (TTEN3) e Raízen (RAIZ4), e aquelas que podem se beneficiar, como BrasilAgro (AGRO3). O Itaú BBA eleva a SLC Agrícola (SLCE3) como potencial beneficiária, com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 23,00. O Morgan Stanley associa o La Niña a uma maior probabilidade de secas nos EUA, o que poderia elevar os preços dos grãos e beneficiar a SLC Agrícola no segundo semestre de 2023.

Visões financeiras e estratégicas

O Bradesco BBI também vê um risco positivo para a SLC Agrícola devido à possível recuperação dos preços dos grãos, classificando a empresa como neutra com um preço-alvo de R$ 21,00. Este cenário sublinha a importância de um monitoramento atento e adaptações estratégicas pelas empresas e investidores diante das mudanças climáticas e seus impactos no mercado financeiro.

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