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Ceará concentra grande fonte de produção de energia fotovoltaica

Os empreendimentos fotovoltaicos equivalem a 2,2% da matriz elétrica do país, tendo concentração das operações em nove estados, entre eles, o Ceará. Foto de Kindel Media no Pexels

As usinas brasileiras de grande porte que utilizam a fonte solar voltaica ultrapassaram a marca histórica de 4 giga watts (GW) de potência operacional. Os empreendimentos fotovoltaicos equivalem a 2,2% da matriz elétrica do país, tendo concentração das operações em nove estados, entre eles, o Ceará.

Desde 2012, o segmento já trouxe mais de R$ 21,3 bilhões em novos investimentos e mais de 120 mil empregos acumulados, além de proporcionar uma arrecadação de R$ 6,3 bilhões aos cofres públicos. Hoje, além do Ceará, há concentração de operações no Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Minas Gerais, São Paulo e Tocantins.

De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o avanço da energia solar no País, sobretudo das grandes usinas conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN), é fundamental para o desenvolvimento social, econômico e ambiental do Brasil.

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A fonte ajuda a diversificar o suprimento de energia elétrica do País, reduzindo a pressão sobre os recursos hídricos e o risco de ainda mais aumentos na conta de luz da população. Atualmente, a conta de luz dos brasileiros é cobrada com base na bandeira tarifária denominada de “bandeira escassez hídrica”, no valor de R$ 14,20 por 100 kWh.

“As usinas solares de grande porte geram eletricidade a preços até dez vezes menores do que as termelétricas fósseis emergenciais ou a energia elétrica importada de países vizinhos atualmente, duas das principais responsáveis pelo aumento tarifário sobre os consumidores”, comenta.

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