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Coalizão Global pelo Trabalho: EUA e Brasil firmam pacto

Brasil e EUA se unem por direitos trabalhistas
Foto: Marcos Corrêa/PR

Em encontro nesta quarta-feira (20), os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Joe Biden uniram forças para assinar a Coalizão Global pelo Trabalho. O acordo entre Brasil e EUA visa fortalecer as condições de trabalho nas respectivas nações e incentivar outras lideranças no mundo a debaterem o tema.

Conciliação entre multinacionais e trabalhadores

Baseada nos princípios da Organização Internacional do Trabalho (OIT), a Coalizão Global pelo Trabalho busca promover a ideia de trabalho decente e a proteção social. Sendo assim, o conteúdo do acordo estabelece um diálogo eficaz entre trabalhadores e multinacionais, fundamental para as agendas econômicas internas de ambas nações.

Os ânimos seguem agitados em solo estadunidense. Isso acontece porque desde sexta-feira (15), metalúrgicos têm protestado por aumentos salariais e garantias no local de trabalho. Neste cenário, o sindicato que representa o setor também critica a política de transição energética de Biden que promove o uso de veículos elétricos. A preocupação é com o impacto na manutenção dos empregos nas montadoras.

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Enquanto isso, em terras tupiniquins, surgem desafios na regulamentação do setor de serviços por aplicativos. Sobre esse assunto, Lula destacou o tema em seu discurso na Assembleia Geral da ONU na terça-feira (19). Apesar do esforço, um grupo criado pelo Ministério do Trabalho, para tratar do assunto, acredita que um acordo para a formalização de entregadores e motoristas é improvável.

Apesar disso, a expectativa do governo brasileiro é que um Projeto de Lei seja finalizado em outubro. Se tudo seguir como planejado, seguirá como proposta a definição de valores mínimos por hora trabalhada.

Acordo promove agenda diplomática entre Brasil e EUA

O lançamento da Coalizão Global pelo Trabalho é a principal ambição diplomática de Lula e Biden para além da Assembleia Geral da ONU. Ambos compartilham a visão de que aplicativos e plataformas não devem enfraquecer os direitos trabalhistas.

Negociado ao longo de 2023, o acordo pretende convocar outros países a se unirem à iniciativa. O evento em Nova York contou com a presença de líderes sindicais brasileiros e norte-americanos.

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