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Petróleo atinge US$95, impulsionado por demanda global

Plataforma de petróleo do Pré-sal
(Foto: Pixabay)

Os preços do barril de petróleo alcançaram um marco significativo ao superar a marca de US$95 (R$ 461) nesta terça-feira, atingindo a máxima em 10 meses. Ao final do dia, registraram uma leve queda, fechando em US$94,34 (R$ 458), com uma fase de realização de lucros por parte dos investidores.

O que impulsiona essa alta?

Queda na oferta: Arábia Saudita e Rússia, membros da Opep+, renovaram neste mês os cortes na oferta de 1,3 milhão de barris por dia até o final do ano. Além disso, a produção de xisto nos EUA está em baixa, atingindo o menor nível desde maio.

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Aumento na demanda: Apesar do aumento das taxas de juros em diversas partes do mundo, as economias não desaceleraram conforme as previsões iniciais. A China, em especial, reativou seus motores econômicos nas últimas semanas, contribuindo para esse cenário de alta nos preços do petróleo.

Esta elevação nos preços do petróleo ocorre em um momento crucial para as principais economias globais, que observam uma pausa na trajetória de elevação das taxas de juros, em meio a um cenário de desaceleração da inflação.

Com o custo da energia em alta, os bancos centrais em todo o mundo podem reavaliar a estratégia de acelerar a redução das taxas de juros.

Nesta quarta-feira, o tema deve ser mencionado tanto pelo Banco Central brasileiro quanto pelo Federal Reserve (banco central dos EUA) em seus comunicados que acompanham as decisões de política monetária.

O mercado aguarda uma redução de 0,5 ponto percentual nas taxas de juros no Brasil, enquanto nos EUA, a expectativa é de estabilidade nas taxas.

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