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Acordo de Paris: Empresas se beneficiam da regulamentação do Artigo 6º

(Imagem: Pexels Singkham)

A regulamentação do artigo 6º no Acordo de Paris, proposto em 2015, com a intenção de que o aquecimento global se mantenha abaixo de 2˚C em relação aos níveis pré-industriais, e com esforços para limitar o aumento da temperatura média em 1,5˚C, são destaque na Conferência das Partes, a COP26, que ocorrerá em Glasgow na Escócia na primeira quinzena de novembro.

Além das decisões governamentais, que envolvem compromissos e regulações de 193 países, visando trabalhar em prol de um bem em comum e definir suas Contribuições Pretendidas Nacionalmente Determinadas (iNDCs), as empresas também podem se beneficiar dos ajustes.

A regulamentação do artigo 6ª ainda deve incentivar as empresas a buscarem projetos específicos com menos barreiras comerciais do que as atuais. E, com isso, incentiva a oportunidade de negócios e de projetos para compensação das emissões. A criação do mercado global de carbono pode trazer recursos para o país, gerando empregos e renda e contribuindo para o combate às mudanças climáticas.

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De acordo com o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável, o CEBDES, o Brasil é um dos países com maior potencial de venda de créditos de carbono.

O país pode gerar até US$ 72 bilhões em receitas até 2030 com o mercado global de carbono, estimular o setor produtivo e financiar a transição para uma economia verde.

O mercado está deslanchando e há muito interesse envolvido. Há um esforço das empresas para serem protagonistas e inovadoras. Uma pesquisa da fabricante de bens de consumo Unilever mostra como os consumidores estão dispostos a pagar mais por marcas sustentáveis. Os dados divulgados em 2017 mostram que 21% das 20.000 pessoas entrevistadas disseram que escolheriam ativamente as marcas que deixassem suas credenciais de sustentabilidade mais claras nas embalagens e no marketing.

Na época, isso representava uma oportunidade potencial inexplorada de € 966 bilhões de um mercado total de € 2,5 trilhões para produtos sustentáveis.

O estudo também sugere que há uma tendência de compra sustentável ainda maior em países emergentes. Enquanto 53% dos compradores no Reino Unido e 78% nos Estados Unidos dizem que se sentem melhor quando compram produtos produzidos de forma sustentável, esse número sobe para 88% na Índia e 85% no Brasil e na Turquia.

Deste modo, a regulamentação do Artigo 6º na COP 26 favorece um cenário que já vem sendo desenhado no Brasil e outros países com forte atuação da indústria que entende a necessidade da sustentabilidade para a sobrevivência e os bons resultados de negócios.

Fonte: Exame

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